Fonte: Aquidauana News
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Temos o candidato mais competitivo da oposição”, diz coordenador da chapa Campos-Marina
Fernando Bezerra Coelho
Fernando Bezerra Coelho deixou o comando do Ministério da Integração Nacional no início de outubro, quando seu partido, o PSB, desembarcou do governo Dilma Rousseff. Cotado para suceder o governador Eduardo Campos em Pernambuco, o ex-ministro foi destacado pelo partido para coordenar a aliança entre Campos e a ex-senadora Marina Silva, anunciada no início do mês. Em entrevista ao R7 ele demonstra animação quanto às possibilidades da candidatura socialista no próximo ano. — Eduardo Campos se coloca como o candidato mais competitivo da oposição para 2014. Na entrevista, Fernando Bezerra garante a Eduardo Campos a cabeça da chapa com Marina, apesar de ressalvar que a decisão só será anunciada oficialmente no primeiro trimestre do próximo ano, e diz que, após a chegada da ex-senador ao PSB, o clima no partido para 2014 é de “empolgação”.
Fonte: R7
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
CURIOSIDADES
A TORRE EIFFEL
TORRE EIFFEL UM DOS SÍMBOLOS DE PARIS
A Torre Eiffel, localizada no centro de Paris, no Campo de Marte, ou Champ de Mars, uma das maiores áreas verdes da capital francesa, foi construída entre os anos de 1887 e 1889, seu nome é uma homenagem ao engenheiro, que a construiu, Gustave Eiffel. A torre, que é uma estrutura metálica, foi construída para ser o Arco de Entrada da Exposição Universal de 1889, um grande evento acontecido em Paris, naquele ano. Além de ser o portal de entrada da Exposição, a Torre Eiffel também foi o marco comemorativo do centenário do início da Revolução Francesa, que havia começado em 1789 e durou dez anos. Hoje a Torre Eiffel é uma das maiores atrações turística, não só de Paris, mas de todo o mundo. Quando ela foi inaugurada no dia 31 de março de 1889, Gustave Eiffel e sua equipe haviam conseguido um grande feito, pois com os seus trezentos e vinte quatro metros, de altura, passava ela, a Torre Eiffel, a ser a mais alta edificação do mundo, construída pelo homem, superando a Torre da Catedral de Notre Dame, localizada na cidade de Rouen, também na França, com os seus cento e cinqüenta e um metros de altura e a Torre da Catedral de Ulm, na Alemanha, com os seus cento e sessenta e um metros e meio, as mais altas edificações erguidas pelo homem, até então. Durante quarenta e dois anos a Torre Eiffel, foi a edificação mais alta do mundo, produzida pelo homem. Em 1931, ela foi superada pelo Edifício Empire State, que está localizado na Quinta Avenida, em Nova York, nos Estados Unidos da América do Norte, que tem quatrocentos e quarenta e três metros e vinte centímetros de altura.
Pesquisa feita por Benigno Antonio Hermida Pinheiro Freire, com apoio e montagem de Yuri Barbosa dos Santos Hermida Pinheiro Freire.
Alice Munro não comparecerá à cerimônia do Nobel
Alice Munro
O estado de saúde da escritora canadense Alice Munro é muito delicado para que ela compareça à cerimônia do Prêmio Nobel em Estocolmo em dezembro, informou o secretário da Academia sueca. "A saúde dela não é suficientemente boa", escreveu Peter Englund em seu blog. "Todos os interessados, incluindo a própria Munro, lamentam, mas não é possível fazer nada em um caso como este. Ainda não sabemos o formato que terá o discurso de recepção nem quem receberá o prêmio em seu nome", completou. Munro, 82 anos, advertiu a Academia sueca de que não viajaria já no dia 10 de outubro, data do anúncio de sua vitória ao Prêmio Nobel de Literatura. "Sou uma mulher idosa e minha saúde é frágil", dissea, segundo Englund. Dois vencedores recentes do Nobel de Literatura, a austríaca Elfriede Jelinek (2004) e a britânica Doris Lessing (2008), também não viajaram a Estocolmo pela mesma razão. A Academia enviou o prêmio e a medalha às embaixadas da Suécia em seus respectivos países.
Fonte: CORREIO DO POVO.COM.br
Amigos de Vinicius de Moraes relembram histórias em evento no MIS
Vinicius de Moraes
Desde o início da semana, vários eventos em instituições culturais do Rio de Janeiro comemoram o centenário de Vinicius de Moraes. Na quarta-feira (16), o Museu da Imagem e do Som (MIS) promoveu o seminário Vinicius Centenário: Poeta, Compositor, Homem do Mundo, no auditório de sua sede, na Praça XV, no centro do Rio. Planejado há dois anos, o evento teve como curadora a presidenta do MIS, Rosa Maria Araújo, e reuniu especialistas, parceiros e pessoas que conviveram com o Poetinha. Para ilustrar o convite, os organizadores escolheram um trecho da letra do Samba da Benção, de Vinicius e Baden Powell: "a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida". De manhã, a partir das 10h, a primeira mesa discutiu Vinicius na literatura, tendo como participantes o editor Eduardo Coelho, um dos organizadores do arquivo literário do poeta, que hoje está na Casa de Rui Barbosa, o poeta Geraldo Carneiro e o pesquisador Miguel Jost. A mediação foi do jornalista Flávio Pinheiro. Na parte da tarde, foram duas as mesas-redondas. A primeira discutiu Vinicius na música, reunindo o compositor e parceiro Carlos Lyra, a cantora Miucha, o jornalista João Máximo e a escritora Cláudia Matos, com a mediação a cargo da jornalista Maria Lúcia Rangel. "Eu conheci Vinicius de Moraes desde sempre. Ele era amigo de meu pai [o historiador Sergio Buarque de Hollanda], viu a gente nascer e era uma presença muito constante nas nossas vidas. Era uma alegria quando Vinicius chegava à nossa casa", lembrou Miucha. "Com a maior paciência, ele me ensinou os primeiros acordes de violão. Vinicius conhecia música, tinha uma musicalidade muito grande, suas harmonias eram corretíssimas. Acho que se ele não tivesse encontrado tantos parceiros formidáveis pela vida, teria desenvolvido mais esse lado [de compositor]", disse a cantora, que nos anos 70 fez shows ao lado de Vinicius. Para o parceiro Carlos Lyra, além de uma acentuada musicalidade, Vinicius também enxergava possibilidades teatrais nas composições. Foi o que ocorreu quando o parceiro Lyra entregou, para que ele fizesse as letras, as músicas que acabariam se tornando o repertório da comédia musical Pobre Menina Rica. "Com essas musiquinhas aqui, parece que você me quer contar uma historinha. A primeira parece um cara cantando uma canção para a sua amada. Olha a segunda: vê se já não é a amada respondendo à canção do cara. Você escreveu uma comediazinha musical e não se deu conta", disse Vinicius, em uma das várias histórias lembradas por Carlos Lyra. A terceira mesa, a partir das 16h, teve como tema Vinicius Homem do Mundo e foi o espaço para uma discussão sobre as diversas facetas do poeta e os traços marcantes de sua personalidade. A trajetória do Vinicius diplomata foi abordada pelo embaixador Marcos Azambuja, colega do poeta no Itamaraty. O cineasta Miguel Faria Jr., autor do documentário Vinicius, e a jornalista Gilda Mattoso, última mulher do poeta, também participaram da mesa, mediada pelo jornalista Zuenir Ventura. "Vinicius odiava gente mal-humorada. Ele costumava dizer que preferia uma pessoa mau-caráter a uma pessoa sem humor", disse Gilda, que também fez um relato dos problemas de saúde que afetaram o poeta em seus últimos anos de vida, e da resistência dele em seguir os tratamentos. "Após o derrame, ele começou a me apresentar para todo mundo como viúva. Achava aquilo terrível, afinal eu estava apaixonada. Mas depois passei a gostar, porque eu pensava que ele queria ficar comigo a vida inteira". O MIS abriga hoje em seu acervo 24 coleções, de compositores, gente da música, fotógrafos como Augusto Malta, pesquisadores e colecionadores, além do que a própria instituição produziu, a série Depoimentos para a Posteridade. "A série soma hoje mais de mil depoimentos, e um deles é o do Vinicius de Moraes. Ainda era na época do depoimento em áudio, em fita de rolo, depois em fita cassette. No depoimento dele, que é maravilhoso, você ouve o barulhinho do gelo no copo, porque ele deu o depoimento tomando uísque, que para ele era o melhor amigo do homem, o 'cachorro engarrafado'", disse a presidenta. Segundo Rosa Maria Araújo, nas coleções que integram o acervo, Vinicius está presente em fitas de áudio, discos, partituras, textos, fotos, recortes de jornal, vídeos e filmes. Na futura sede do MIS, que será inaugurada no fim de 2014 na Avenida Atlântica, em Copacabana, o Poetinha terá um grande destaque. "Nós vamos ter 13 temas na exposição permanente, entre eles o humor, o carnaval, Carmen Miranda, a paisagem carioca. O segundo andar será todo dedicado à música, com a história do samba, do choro e da bossa nova, do rádio e nisso o Vinicius de Moraes vai entrar o tempo todo", informou a presidenta do museu.
Fonte: Portal Terra
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
MEDICINA ORTOMOLECULAR
UMA TÉCNICA AVANÇADA DE MEDICINA ALTERNATIVA OU UMA FRAUDE?
DOUTOR LINUS PAULING
Assistimos neste
final de semana em rede nacional de televisão, uma reportagem sobre medicina
ortomolecular, técnica usada em muitos países, incluindo o Brasil. A medicina
ortomolecular, criada no início dos anos sessenta, por um bioquímico, o famoso
Dr. Linus Pauling, duas vezes Prêmio Nobel, só muito tempo depois chegou ao
Brasil. A medicina ortomolecular, tem como alguns de seus objetivos principais,
restabelecer o equilíbrio químico do organismo, combatendo os radicais livres;
neutralizar efeitos tóxicos de diversas substâncias, entre elas o fumo,
proporcionando uma melhor qualidade de vida; tratar as deficiências de
nutrientes no organismo e tratar a obesidade, evitando a diabetes, entre
outros. Diferente de outros tratamentos de medicina alternativa, como a
acupuntura e a fitoterapia, por exemplo, que são aceitas sem maiores
questionamentos por parte dos médicos tradicionalistas, a medicina
ortomolecular, ao contrário, vem causando polêmica entre estes profissionais e,
entre eles, poucos acreditam na eficiência do tratamento, muitos até alertaram,
durante a reportagem mostrada na televisão, para os riscos que correm as
pessoas que buscam este tipo de tratamento. Realmente, durante a reportagem
constatamos diversos absurdos ditos e até mesmo receitados, por profissionais
que empregam esta técnica. A reportagem foi realizada em quatro clínicas de
medicina ortomolecular, em algumas capitais de estados da federação, por uma
repórter, que se fez passar por paciente. Foi constatado que em muitas
dessas clínicas, os responsáveis pelo tratamento, nem médicos eram, alguns são
terapeutas. Em uma dessas clínicas, uma terapeuta examinou a repórter e depois
de fazer um diagnóstico estapafúrdio, indicou remédios caros, que deveriam ser
manipulados em um laboratório, pertencente a um sócio da clínica. Em uma
clínica no Rio, foi um médico que atendeu a repórter e chegou a dizer que o seu
problema de sangue decorria do fato de que ela, ou sua mãe, ou ainda a sua avó
haviam freqüentado o espiritismo. Realmente um absurdo, um diagnóstico sem pé e
sem cabeça. Depois de “diagnosticar” a “paciente”, ainda vendeu a ela diversos
medicamentos, o que é irregular, já que é proibido por lei, o comércio de
medicamentos, em clínicas médicas, (a terapeuta de São Paulo, também vendeu os
remédios). Na clínica do Rio os remédios custaram R$ 3.100,00 (Três mil e cem
reais), para o tratamento por um mês e o médico ainda disse que, para o caso
daquela “paciente”, a repórter, o tratamento tinha que ser de no mínimo dois
meses. Esses remédios foram enviados a um laboratório credenciado pela ANVISA,
para análises e os resultados devem sair dentro de poucos dias. O mesmo
profissional, do Rio, em um dado momento da reportagem, disse que a “paciente”,
precisava receber injeção de água oxigenada na veia. Para tal absurdo, o
conceituado médico hematologista, Doutor Daniel Tabak, disse que a água
oxigenada é para aplicação externa e só mesmo na cabeça daquele homem, ela
poderia ter uso injetável, uma barbaridade. Apesar da reportagem, alguns
profissionais e até pacientes adeptos da medicina ortomolecular, disseram que a
técnica é séria e eficaz e que apesar do grande número de irresponsabilidades,
desconhecimentos e explorações, mostradas na reportagem, ainda sim, são casos
isolados, onde charlatões e pessoas desqualificadas e irresponsáveis procuram
tirar proveito, explorando pessoas leigas e inocentes, que procuram por um
tratamento sério na medicina ortomolecular. Agora a sociedade brasileira,
espera as providências que devem ser tomadas por parte dos órgãos e das
autoridades competentes no assunto, esperando que caso a medicina ortomolecular
tenha sua eficácia comprovada cientificamente, que ela seja reconhecida pelo
Conselho Nacional de Medicina, de forma total e não com ressalvas (por que
ressalvas?), como acontece atualmente, regulamentando, normatizando e
principalmente fiscalizando a sua prática, para que outros absurdos, como os
expostos acima, não voltem acontecer. Em caso contrário, ou seja, se
cientificamente a eficácia da medicina ortomolecular, não for comprovada, o que
passa a ser uma fraude, que ela então seja proibida em todo o território
nacional e, que aqueles que insistirem em sua prática, sejam processados na
forma da lei, por charlatanismo e sejam levados às barras dos tribunais e até as
prisões.
Pesquisa
feita por Benigno Antonio Hermida Pinheiro Freire, com apoio e montagem de Yuri
Barbosa dos Santos Hermida Pinheiro Freire
Senado aprova projeto que permite a criação de novos municípios
Valdir Raupp
O Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto de lei que permite a criação de novos municípios. Proposto em 2008 pelo Senado, o projeto sofreu alteração na Câmara e, por isso, voltou para nova votação pelos senadores. Agora, seguirá para sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff. Segundo o relator da proposta, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), atualmente, o projeto já permitiria dar início a processos de emancipação – e transformação em município – de pelo menos 188 distritos. Uma nova lei sobre a criação de municípios precisava ser aprovada porque uma emenda constitucional aprovada em 1996 proibiu a criação de municípios por leis estaduais e definiu que isso só poderia ser feito por meio de autorização em lei complementar federal. A matéria aprovada pelo Senado regulamenta a Constituição ao estabelecer regras de incorporação, fusão, criação e desmembramento de municípios e determina que distritos poderão se emancipar após a realização de um plebiscito. O texto aprovado é um substitutivo, com várias alterações no projeto original, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). De acordo com o substitutivo aprovado, o primeiro passo para a criação de um município é a apresentação, na Assembleia Legislativa, de um pedido assinado por 20% dos eleitores residentes na área geográfica diretamente afetada, tanto no caso da criação ou desmembramento quanto nas situações em que houver fusão ou incorporação de cidades. Após o pedido, a assembleia legislativa deverá coordenar um "estudo de viabilidade" do novo município. Se houver viabilidade financeira e populacional, com base nos critérios estabelecidos na lei, será realizado o plebiscito que definirá a criação ou não do novo município. Os senadores retomaram o projeto inicial do Senado e retiraram do texto aprovado na Câmara a possibilidade de se criar novos municípios em áreas de reserva indígena, de proteção ambiental ou pertencentes à União. De acordo com relator da proposta, não há estimativa de custo da criação dos municípios, com a criação de cargos e instalação de prédios públicos, como os das câmaras de vereadores, por exemplo. Segundo Valdir Raupp, os novos municípios receberão recursos que seriam aplicados em outras regiões do mesmo estado. “Não vai aumentar um centavo nem para União nem para os estados. Vai sair (recurso) dos municípios de cada estado. Vai ser desmembrado um pequeno percentual das cotas do fundo de participação [...] e de arrecadação com ICMS. O 'município-mãe' vai perder percentual, isso é natural”, disse Raupp.
Fonte: G1
Peixe gigante, semelhante a uma serpente marinha, é capturado na Califórnia
Peixe Remo
O peixe remo, enorme e raro, parece com uma serpente marinha, possui cinco metros de comprimento, o que surpreendeu biólogos do Instituto Marinho da Ilha de Santa Catalina, na Califórnia (EUA). Conhecido também como rei-dos-arenques, o corpo do animal sem vida foi encontrado por uma instrutora de mergulho que estava nas águas da baía de Toyon, a aproximadamente dois quilômetros ao sul da costa da ilha. Foi preciso um intenso trabalho para a retirada do animal da água, que contou com a ajuda de 20 pessoas. Tanta mobilização é justificada pelo fato de que este peixe é muito difícil de ser encontrado. Cientificamente conhecido como regalecus glesne, o animal habita águas profundas de até mil metros de profundidade. O peixe-remo sempre foi um mistério para a ciência e, antigamente, acreditava-se que ele era uma espécie de monstro marinho Segundo os especialistas, este peixe seria um filhote, já que um animal adulto pode medir mais de 17 metros. Os biólogos retiraram amostras do tecidos do animal que serão analisadas na Universidade da Califórnia/Santa Bárbara. O cadáver do peixe será enterrado na areia durante dois meses, até que se decomponha, para a obtenção do seu esqueleto.
Fonte: Portal Universidade
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
MÚSICA
JOÃO CARLOS MARTINS A DETERMINAÇÃO E A LUTA DE UM GRANDE MÚSICO
JOÃO CARLOS MARTINS O PIANISTA
João Carlos Martins é um grande, ex-pianista brasileiro, de fama internacional, que agora é um grande maestro, reconhecido internacionalmente. João Carlos Martins nasceu em São Paulo, capital do Estado de São Paulo, em 25 de junho de 1940, em uma família de classe média. Ele começou sua carreira de pianista aos 08 (oito) anos, quando seu pai passou a incentivá-lo, já que o menino, João Carlos, já se mostrava um virtuoso pianista. Assim, aos 08 (oito) anos, seu pai o inscreveu em concurso para jovens pianistas, para execuções de composições de Bach. João Carlos venceu o concurso, impressionando em suas apresentações. A partir daí, a carreira do pianista, João Carlos Martins passou a deslanchar rapidamente. Logo, João Carlos Martins, já era internacionalmente conhecido, como um grande pianista. Em 1960, com apenas 20 (vinte) anos de idade, apresentou-se no Carnegie Hall, em Washington, nos Estados Unidos, onde teve altos elogios da crítica. A partir de então, o grande pianista João Carlos Martins tocou com inúmeras orquestras norte americanas e passou a ser considerado como um dos maiores pianistas do mundo, se apresentando em diversos países. Porém, infelizmente, no auge de sua carreira, João Carlos Martins, passou por um sério problema, quando em um momento de lazer, sofreu um acidente, jogando futebol e teve rompido um nervo da mão direita. Com muita determinação e diversos tratamentos, João Carlos Martins, conseguiu recuperar, parte dos movimentos da mão. Porém, anos depois, adquiriu uma doença chamada de Contratura de Dupuytren, que de novo, atacou as lesões sofridas em sua mão. Mais uma vez, João Carlos Martins, parou de se apresentar e entrou em novos tratamentos. De novo, com muita determinação e muito esforço e ainda, depois de muitos tratamentos, novamente, recuperou os movimentos de parte da mão direita e voltou a se apresentar. Porém, com os problemas sofridos, ele, já não era o virtuose que havia sido. Mas, apesar disso e a despeito de tudo, ainda sim, era considerado um espetacular pianista e voltou a se apresentar em diversas partes do mundo. Porém, mais um revés estava destinado a João Carlos Martins e a sua carreira de pianista. No de 1995, logo depois de se apresentar em um concerto, na cidade de Sofia, capital da Bulgária, João Carlos Martins foi assaltado e agredido, com um violento golpe na cabeça, o que vez com que, mais uma vez ele perdesse os movimentos da mão direita. De novo, João Carlos Martins voltou aos dolorosos tratamentos. Mas, fortes dores na mão direita, só o deixavam usar dois dedos. Assim, tristemente, as três fatalidades seguidas, encerraram a carreira de pianista, do grande João Carlos Martins. Triste e deprimido, João Carlos Martins, se viu obrigado a abandonar os palcos e seus fãs, definitivamente, pelo menos era o que parecia.
JOÃO CARLOS MARTINS O MAESTRO
Mas, a sorte voltou a sorrir, para João Carlos Martins. Embora, ainda dentro da música, desta vez, a sorte se apresentou de forma diferente. Certa noite, conta o próprio João Carlos Martins, ele sonhou que estava tocando piano, na orquestra regida por com seu amigo, o grande maestro brasileiro, Eleazar de Carvalho. No sonho, Eleazar de Carvalho lhe dizia: “Venha cá, João Carlos, que eu lhe ensino, você pode reger uma orquestra”. A partir do sonho, João Carlos Martins passou a se dedicar aos estudos de maestro. Porém, os problemas nos dedos, o impossibilitavam de segurar à batuta. Mas, o determinado, João Carlos Martins, não desistiu. Aprendeu e se aperfeiçoou em todos os movimentos, executados por um maestro e só com as mãos e sem a batuta, passou a reger e, ainda assim, com todas as dificuldades, ele é hoje em dia, considerado um dos maiores maestros brasileiros e um dos maiores do mundo. João Carlos Martins é sempre convidado para reger grandes orquestras, em apresentações teatrais e em aberturas, ou encerramento de grandes eventos, conforme aconteceu ontem, no grande prêmio Brasil de Fórmula Indy, onde ele regeu a orquestra que executou o hino nacional brasileiro. Essa é a vida e a determinação de um grande músico, de um grande homem e de um grande brasileiro.
Pesquisa feita por Benigno Antonio Hermida Pinheiro Freire, com apoio e montagem de Yuri Barbosa dos Santos Hermida Pinheiro Freire
Diamantes em Júpiter e Saturno: ciência ou busca de fama?
Parece que os cientistas também gostam muito de diamantes. Afinal de contas, eles, os diamantes, podem garantir que eles, os cientistas, brilhem rapidamente e sem fazer muitas lapidações. Em 2010, analisando dados preliminares, cientistas ligados à NASA disseram que um planeta de carbono teria montanhas de diamantes. Em 2012, a mesma equipe voltou à carga, afirmando que o exoplaneta "55 Câncer e" poderia ter o equivalente a "três Terras" de diamantes. A ideia parece muito interessante e romântica, o suficiente para render manchetes nos jornais do mundo todo. Muito menos glamourosa foi a análise feita por uma equipe internacional, com participação de uma brasileira, mostrando que a relação entre carbono e oxigênio na estrela hospedeira desse pretenso planeta de diamante é muito menor do que Nikku Madhusudhan e seus colegas haviam calculado. "O artigo de 2010 concluiu que 55 Câncer, a estrela que hospeda cinco planetas, tem uma taxa carbono/oxigênio maior do que um. Esta observação ajudou a motivar um artigo no ano passado sobre o planeta mais interno do sistema, o 55 Câncer e," contextualiza Johanna Teske, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos. Foi essa taxa carbono/oxigênio que levou a equipe ligada à NASA a afirmar que o planeta era de diamante". Entretanto, nossa análise faz isso parecer menos provável porque a estrela hospedeira não parece ser tão rica em carbono como se pensou anteriormente," disse Teske. Os dados atuais mostram que a estrela 55 Câncer contém quase 25% mais oxigênio do que carbono, o que é muito mais próximo do que ocorre no Sol, que tem 50% menos carbono do que oxigênio - e os dados da 55 Câncer deverão mudar conforme novas observações são realizadas. "Então, em termos dos dois blocos de informação fundamentais usados para a proposta inicial do 'planeta de diamante' - as medições do exoplaneta e as medições da estrela - as medições da estrela não confirmam mais isso," conclui a pesquisadora. O novo estudo, que mostra que o planeta de diamante era falso, tem a coautoria da brasileira Kátia Cunha, do Observatório Nacional do Rio de Janeiro. Agora, Kevin Baines e Mona Delitsky, da Universidade Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos - também ligados à NASA - afirmam que pode chover diamantes em Júpiter e Saturno. A dupla chega a calcular o tamanho dos valiosos "pingos de chuva de brilhantes" - eles seriam diamantes com até um centímetro de diâmetro. Segundo eles, os diamantes se formariam em Júpiter e Saturno quando uma chuva de carbono se precipitasse nas elevadas pressões das profundezas dos planetas gasosos - entre 6.000 e 30.000 km. Então, será que finalmente encontramos uma fonte de diamantes espaciais e, desta vez, muito mais próxima de nós? Pelo menos por enquanto, talvez seja melhor não comprar ações de qualquer mineradora espacial que pretenda tentar coletá-los. Isso porque os dois cientistas fizeram seus cálculos sobre a pretensa chuva de diamantes em Júpiter e Saturno usando carbono puro! O que parece haver no planeta é uma espécie de fuligem, gerada pela ação de raios sobre o gás metano. Essa fuligem é um material sobre o qual pouco se sabe, se é que ele chega a existir realmente. Além disso, as atmosferas desses planetas são ricas em hidrogênio e hélio, contendo ainda uma multiplicidade de outros elementos, o que coloca o ambiente muito longe de reproduzir as condições teóricas do carbono puro sob alta pressão. O artigo da dupla ainda não foi aceito para publicação em uma revista científica, mas já rendeu manchetes, entrevistas e o brilho tentador da fama. Talvez, no futuro, realmente cheguemos a encontrar planetas de diamantes, nuvens de diamantes ou o que seja - mas lembre-se então de dar o crédito adequado para os cientistas que consigam demonstrar suas hipóteses com algo além de um polimento superficial.
Fonte: Site Inovação Tecnológica
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