segunda-feira, 11 de março de 2013


Ilhas Malvinas devem continuar como território britânico após referendo

 Cristina Kirchner


Já nas Ilhas Malvinas, que os britânicos chamam de Falklands, não há muitas dúvidas. Os cerca de 2,5 mil moradores votam nesta segunda-feira (11) em um referendo que pergunta se eles querem continuar como território britânico ou se preferem ser anexados à Argentina. A votação começou no domingo e o resultado vai ser divulgado à noite. A decisão deve ser unânime e favorável aos britânicos. O plebiscito foi convocado depois que a presidente Cristina Kirchner passou a pressionar o governo britânico e levantar a questão da soberania na ONU. Recentemente foram descobertas reservas de petróleo na região.

Fonte: G1


Maduro e Caprilles começam disputa pela presidência na Venezuela

 Nicolás Maduro


Na Venezuela, acabou o luto e começou a campanha. A julgar pelo o que se viu nesse domingo (10), a disputa para se escolher o sucessor de Hugo Chávez vai ser bastante acirrada. O presidente interino, Nicolás Maduro tirou o terno do luto e vestiu uma camisa vermelha, igual a que Chávez costumava usar quando estava em campanha eleitoral. Maduro foi a estrela da conferência do Partido Comunista daVenezuela. Em um longo discurso, ele exaltou a figura e legado de Chávez e se emocionou ao falar do ex-presidente. Nicolás Maduro criticou a oposição, a quem chamou de corrupta e vendida aos interesses da capital estrangeiro. Disse que, no passado, os que hoje estão na oposição nada fizeram pelo bem do país, muito menos pelo povo mais humilde. Maduro convocou para essa segunda-feira uma passeata para marcar o registro de sua candidatura. Henrique Capriles, que no ano passado endureceu a disputa presidencial contra Chávez, anunciou que será de novo o candidato da oposição. Ele fez duras críticas ao candidato oficial, Nicolás Maduro. Capriles abriu o discurso dizendo que Maduro já está em campanha e que os chavistas estão usando o corpo do presidente morto para fins eleitorais. Acusou o presidente interino de jogar com a dor do povo e disse que Maduro mentiu sobre a doença de Chávez, pois ele nunca se recuperou. Capriles disse também que os chavistas estão doentes pelo poder. No final se dirigiu diretamente a Nicolás Maduro: “Eu não vou deixar o caminho livre, Maduro. Você vai ter que me derrotar com votos”.

Fonte: G1

sexta-feira, 8 de março de 2013

DIA INTERNACIONAL DA MULHER



MULHER


Parabéns a você mulher, lindo ser, que aos homens que encanta; Parabéns a você mulher, lindo ser de força e luz, que com a luta pacífica conquistou seu o espaço; Parabéns a você mulher, que traz ao mundo todos nós, os seres humanos, nos dando a luz; Parabéns a você mulher, que diferente do que certa vez disse o poeta, que “A beleza era fundamental”, pois, fundamental mesmo, é você mulher. Mulher Amada, Mulher Mãe, Mulher Avó, Mulher Esposa, Mulher Filha. A você mulher, de todos os credos, cores, nacionalidades, religiões, raças e profissões, pobres ou ricas, intelectuais ou não, doutoras ou domésticas. A você mulher pelo dia de hoje, O DIA INTERNACIONAL DA MULHER, vai aqui a ninha homenagem singela, porém, muito pura e muito verdadeira. Com muito amor, respeito e carinho. Parabéns mulher!



...Oh! Doce mulher, misteriosa bebida,
porção maior no cálice
da minha vida, perdoa-me.
Perdoa-me, se a eternidade dos meus sentimentos,
que se faz contida nestes versos,
a teus credos profana.
Ela também profana os meus,
mas, não profana a Deus
que a ti criou.
E, para a ventura dos meus olhos,
fez Ele de ti,
a mais bela página da história,
que ao mundo concedeu!


Autor: Benigno Hermida Freire


Fragmento final da poesia "Doce Mulher", postada na página 365, do livro "Convergentes", do ano de 2007, publicada pela Editora Guemanisse

Coreia do Norte eleva tensão em resposta às sanções da ONU

 

 
ONU


A tensão na península coreana atingiu nesta sexta-feira níveis extremamente altos após a Coreia do Norte responder às últimas sanções da ONU com o anúncio de que romperá o cessar-fogo assinado há seis décadas com o Sul em uma renovada ameaça de ataque nuclear. A Coreia do Norte "anulará na segunda-feira todos os acordos de não agressão feitos entre o Norte e o Sul" após a Guerra da Coreia (1950-1953), disse o regime de Kim Jong-un em um comunicado que eleva mais um pouco o discurso desta semana. A agressiva campanha, que incluiu ameaças como cortar a linha de comunicação com o Sul e realizar ataques militares "sem piedade", alcançou seu ponto máximo hoje, um dia depois da ONU ampliar suas sanções contra Pyongyang. Com aprovação unânime dos quinze membros do Conselho de Segurança e impulsionada pelos Estados Unidos e a China, a resolução endurece as sanções que já pesavam sobre as autoridades da Coreia do Norte por seu programa nuclear e estabelece novas restrições, especialmente de caráter financeiro. A resposta norte-coreana de abandonar o armistício de 1953, anúncio que causou preocupação em Seul ao não existir precedentes como este nas últimas seis décadas de rivalidade, deixa em dúvida se o militarizado país comunista pode chegar a tomar medidas reais nas próximas semanas. Fontes do Exército da Coreia do Sul advertiram sobre a possibilidade de uma agressão norte-coreana ao longo dos 248 quilômetros da Zona Desmilitarizada que divide os dois países ou na fronteira marítima, onde Pyongyang já matou quatro sul-coreanos no bombardeio contra Yeonpyeong, em 2010. A imprensa norte-coreana mostrou hoje o jovem líder Kim Jong-un enquanto inspecionava na quinta-feira as unidades militares responsáveis pelo ataque de artilharia à ilha sul-coreana e pedia que seus soldados ficassem prontos para a batalha. Uma porta-voz do Ministério da Unificação sul-coreano disse à Agência Efe que a Coreia do Norte "legalmente não pode revogar o armistício, já que o acordo requer a conformidade de ambas as partes para sua anulação". A funcionária confirmou no entanto que o ministério encarregado das relações com o Norte "permanece em alerta máximo" em relação ao país vizinho, embora não se saiba suas reais intenções. Quanto aos motivos da elevada agressividade mostrada nestes dias por Pyongyang, a porta-voz e outros especialistas acreditam que poderia se tratar de uma estratégia para reforçar a coesão interna e conseguir um maior impacto no exterior como resposta às sanções da ONU. Além de anunciar a iminente ruptura do cessar-fogo, a Coreia do Norte assegurou hoje que possui mísseis de longo alcance com ogivas nucleares capazes de transformar em "um mar de fogo" Washington e outros centros nevrálgicos dos Estados Unidos e seus aliados. Apesar da aparente gravidade da ameaça, analistas internacionais acham que o regime não tem tecnologia necessária para instalar ogivas nucleares em seus mísseis de meio e longo alcance. O Ministério da Defesa de Seul assegurou hoje que "se a Coreia do Norte atacar o Sul com uma arma nuclear o regime de Kim Jong-un desaparecerá da terra" pela contundente resposta internacional. Neste panorama, o poderoso Exército Popular da Coreia do Norte intensificou suas manobras na frente ocidental, com Seul e arredores sob a mira, e a próxima semana suas forças de terra, mar e ar poderiam realizar um exercício militar de grande escala, segundo fontes militares sul-coreanas. Já a Coreia do Sul e os EUA estão realizando desde 1º de março até 30 de abril manobras militares conjuntas, que foram bastante condenadas por Pyongyang. Os EUA mantêm 28.500 soldados na Coreia do Sul e defende seu aliado desde a Guerra da Coreia, que terminou com um armistício e não com um tratado de paz, o que significa que o conflito nunca terminou completamente. 

Fonte: Portal Terra

Bancadas de ES e RJ entram com ação no STF contra derrubada de veto



 Parlamentares das bancadas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro entraram com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (8) para pedir a anulação da sessão que derrubou os vetos presidenciais à lei dos royalties do petróleo. A ação foi protocolada eletronicamente durante a madrugada e deve ser analisada pelo ministro Luiz Fux, oriundo do Rio de Janeiro e relator de outras ações sobre o tema. Na ação, deputados e senadores argumentam que o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), agiu com "ilegalidade e abuso de poder" durante a sessão de quarta (6), na qual os parlamentares decidiram estender aos contratos em vigor divisão mais equilibrada entre os estados dos tributos pagos pela produção petróleo. Na sanção da lei, a presidente Dilma Rousseff avaliara que a nova divisão só poderia valer para os novos contratos, o que foi revogado pelo Congresso. Na terça (5), dia anterior à votação, a Presidência enviou uma nova mensagem sobre os vetos ao Congresso corrigindo erros da mensagem original, enviada em novembro. Na ação que contesta a votação, deputados e senadores afirmam que Renan Calheiros "não tem poderes para pautar a matéria sem a devida observância dos ditames constitucionais" alegando que, com a alteração na mensagem presidencial sobre o veto, os parlamentares teriam mais 30 dias para analisar o texto antes da votação. Na nova mensagem ao Congresso, a Casa Civil explicou que um dos dispositivos vetados não foi publicado na íntegra. Os parlamentares pedem uma liminar (decisão provisória), suspendendo os eveitos da votação do Congresso e da proclamação do resultado e que o STF determine ainda que seja instalada uma comissão especial para análise da nova mensagem presidencial. Rio de Janeiro e Espírito Santo são os estados mais prejudicados com a derrubada do veto. A fatia a que têm direito nos royalties passaria de 26,25% para 20%. O governador do Rio, Sérgio Cabral, chegou a anunciar na quinta (7) que suspenderá todos os pagamentos, exceto os de servidores, até que o STF decida sobre a constitucionalidade da nova divisão. No entanto, ele só entrará com ação após a nova regra ser promulgada, o que deve ocorrer na próxima semana. Com a derrubada dos vetos de Dilma, a perda do Rio de Janeiro, segundo estimativas do governo do estado, pode chegar a R$ 75 bilhões até 2020. Até o final de 2013, o prejuízo será de  R$ 3 bilhões. No mandado de segurança, o grupo ainda argumenta que, na mensagem de veto enviada pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado, ela indicava que apenas uma lei seria alterada. Já na nova mensagem, duas legislações foram citadas. "As próprias razões do veto republicado revelam as motivações, implicações jurídicas e regiões geográficas que foram contempladas com as alterações. [...] A republicação da mensagem de veto com alteração substancial da matéria ou por erro provocado pela Presidência, resulta a necessária devolução ao Congresso Nacional, do prazo de 30 dias, possibilitando aos membros do Congresso participar ou acompanhar a constituição da comissão específica até a apresentação do relatório", afirma o mandado de segurança.

Fonte: G1

quinta-feira, 7 de março de 2013

HISTÓRIA

 
A CONVENÇÃO DE GENEBRA


FAMOSO DOCUMENTO ORIGINAL, ASSINADO EM 22 DE AGOSTO DE 1864  
CONVENÇÃO DE GENEBRA


A famosa Convenção de Genebra foi assinada há quase 150 (cento e cinqüenta) anos. Foi no dia 22 de agosto de 1864, que ela foi assinada, na cidade de Genebra, na Suiça. De acordo com esta convenção, que é um acordo histórico e humanístico, as nações em guerra, passaram a se compromer a tratar com humanidade os seus prisioneiros. Hoje, este pacto que tem 10 (dez) artigos, está assinado e subscrito por todos os países civilizados do Planeta.

Pesquisa feita por Benigno Antonio Hermida Pinheiro Freire, com apoio e montagem de Yuri Barbosa dos Santos Hermida Pinheiro Freire

Cabral suspende pagamentos do RJ após queda de vetos sobre royalties


 Sérgio Cabral


O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), determinou nesta quinta-feira a suspensão de todos os pagamentos feitos pelo governo do Estado, exceto os salários de servidores, até que o Supremo Tribunal Federal decida sobre a constitucionalidade de uma nova fórmula de distribuição dos royalties do petróleo. A nova distribuição havia sido vetada pela presidente Dilma Rousseff, mas o veto da presidente foi derrubado em sessão do Congresso Nacional encerrada na madrugada desta quinta. "Os secretários de Estado de Fazenda e de Planejamento foram orientados pelo governador a cancelar os pagamentos, empenhos, repasses e outras transferências não obrigatórias até que o STF se pronuncie sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) do Estado do Rio", disse o governo do Estado em nota. A nova distribuição dos royalties, aprovada com a derrubada dos vetos, reduz a participação dos Estados produtores de petróleo e amplia a de Estados que não produzem a commodity. Com a derrubada do veto, a nova fórmula passa a valer também para os campos já em exploração. Segundo estimativas do governo do Rio de Janeiro, o Estado perderá 3,1 bilhões de reais anuais com a nova fórmula de distribuição e Cabral já anunciou que irá ao Supremo contestar a constitucionalidade da medida. Cabral chegou a argumentar anteriormente que, com a perda de arrecadação, os preparativos do Estado para a Copa do Mundo e a Olimpíada ficariam prejudicados. A capital fluminense sediará os Jogos de 2016 e a final da Copa do Mundo do ano que vem e da Copa das Confederações deste ano. A polêmica sobre a divisão dos royalties do petróleo começou quando o governo decidiu criar um novo marco regulatório para a exploração do óleo no país, determinando que os campos descobertos na camada pré-sal seriam licitados pelo regime de partilha e não mais por concessão. Os parlamentares dos Estados não produtores, ampla maioria no Congresso, viram na mudança uma oportunidade de fazer uma nova divisão dos royalties entre Estados e municípios, sem qualquer privilégio para os Estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo), mexendo inclusive nos contratos já em vigor. Aprovada pelo Congresso, essa nova divisão foi vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010.

Fonte: Reuters Brasil

Conselho de Segurança da ONU aplica mais sanções à Coreia do Norte


 Ban Ki-moon


Em resposta ao terceiro teste nuclear da Coreia do Norte, o Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta quinta-feira reforçar as restrições financeiras contra Pyongyang e reprimir suas tentativas de enviar e receber cargas proibidas que violam as sanções da organização. A resolução esboçada pelos Estados Unidos e aprovada de forma unânime pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), formado por 15 países, foi resultado de três semanas de negociações entre os Estados Unidos e a China, depois do teste de 12 de fevereiro realizado pela Coreia do Norte. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, um ex-ministro sul-coreano das Relações Exteriores, disse que a resolução "enviava uma mensagem inequívoca (à Coreia do Norte) de que a comunidade internacional não irá tolerar sua busca por armas nucleares". A resolução especifica alguns itens luxuosos que a elite norte-coreana não poderá importar, como iates, carros de corrida, veículos de luxo e certos tipos de joias. Isso para fechar uma brecha que anteriormente permitia que países decidissem por si o que constituía bens de luxo. A exportação de bens de luxo e de itens relacionados ao programa nuclear e de míssil de Pyongyang à Coreia do Norte está proibida desde 2006, embora diplomatas e analistas digam que a aplicação das sanções da ONU vem sendo irregular. "A força, extensão e severidade dessas sanções irão aumentar o custo para a Coreia do Norte de seu programa nuclear ilícito e limitar ainda mais sua capacidade de financiar e garantir materiais e tecnologia para seus mísseis balísticos e seu programa de armas nucleares e convencionais", disse a embaixadora norte-americana na ONU, Susan Rice. "Quando a Coreia do Norte tentar mover dinheiro para pagar por seus programas de mísseis balísticos e nuclear, os países devem agora bloquear essas transferências, mesmo se o dinheiro estiver sendo transportado em malas cheias de dinheiro vivo", ela disse. O embaixador chinês, Li Baodong, reiterou os pedidos de Pequim para que sejam retomadas as conversas paralisadas envolvendo as duas Coreias, os Estados Unidos, a China, a Rússia e o Japão. "Queremos ver a implementação total da resolução", disse Baodong a repórteres. "A principal prioridade agora é neutralizar a tensão, diminuir o calor, focar no caminho diplomático". Rice também reagiu à mais recente retórica belicosa da Coreia do Norte, em que o país ameaçou os Estados Unidos com um ataque nuclear preventivo. "A Coreia do Norte não vai conseguir nada com ameaças e provocações contínuas. Isso só vai isolar ainda mais o país e seu povo e mina os esforços internacionais para promover a paz e a estabilidade no nordeste da Ásia", disse Rice. O embaixador russo, Vitaly Churkin, pediu moderação e um fim às ameaças. "Vamos manter nossas mentes frescas e manter o foco sobre o único curso de ação racional possível, e isso é voltar às negociações de seus partes", disse ele. Mas o embaixador da Coreia do Sul, Kim Sook, disse que as negociações com Pyongyang não eram prioridade de Seul no momento: "Hoje não é o dia para falar sobre o diálogo." O sucesso das novas medidas, disseram diplomatas do conselho, vai depender em grande parte da prontidão da China, aliado da Coreia do Norte, em reforçá-las mais do que fez no passado. Diplomatas do conselho disseram que o objetivo das novas medidas era tornar o regime de sanções da Coreia do Norte mais em linha com as medidas duras da ONU em vigor contra o Irã. Eles dizem que o regime de sanções da ONU contra o Irã por seu programa nuclear é mais eficaz do que as restrições sobre Pyongyang. É por isso, eles dizem, que usaram as medidas do Irã como modelo.

Fonte: Portal Terra

quarta-feira, 6 de março de 2013

HISTÓRIA


ALEXANDRE O GRANDE


 
BUSTO DE ALEXANDRE O GRANDE
 
 
Nascido em Pela, capital de um antigo reino grego, na Macedônia, em 356 A/C, e falecido em 323 A/C, na Babilônia, filho do Rei Filipe, com a esposa Olímpia, Alexandre Magno foi educado pelos mais sábios homens da época, que o submeteram a rigorosos estudos. Uma figura marcante da historiada da antiguidade, Alexandre Magno, segundo os historiadores, era louro, alto, forte, destemido, culto e altamente inteligente, encantava as mulheres. Aos vinte anos, com a morte do pai, subiu ao trono, com o nome de Alexandre III. Era vaidoso, sua ambição por conquistas, glórias, poder e fama não tinha limites, deixou isso claro, dizendo que seu governo, estenderia seu reino até o Egito, desafiando a Pérsia; “Esta é a razão pela qual nasci”, dizia ele. Alexandre com um exército de trinta mil homens e montado em seu cavalo Bucéfalo seguiu á frente conquistando: Tessália, Tebas, Atenas, Corinto, Delfos, a Ásia Menor, hoje Turquia e a Síria. Em pouco tempo, seu reino era um grande império.

CÓPIA DE UM QUADRO RETRATANDO ALEXANDRE "O GRANDE" E O SEU FAMOSO CAVALO BUCÉFALO
 
 
No retorno à Macedônia foi carregado em triunfo. As conquistas de Alexandre  "O grande" , não iriam parar aí, faltava meta principal, a Pérsia. Seu exército, já tinha quarenta mil homens, porém, ainda assim, era um exército minúsculo, se comparado ao exército Persa, que tinha um milhão de homens. Mas Alexandre foi para a luta e incrivelmente venceu na Batalha de Isso, o poderoso exército, de Dário, da Pérsia. Pela épica vitória, foi aclamado, Alexandre “O Grande”. Seu império já se estendia às fronteiras do Egito e da Índia, cidades receberam nomes de amigos, de Alexandre " O grande", mortos em luta, até seu cavalo foi homenageado, no local onde ele morreu, Alexandre fundou Bucéfala, cidade próxima a Taxila, no Paquistão. Com Roxana, sua a primeira esposa, teve um filho, Alexandre IV, que sucedeu a Alexandre “O Grande”.

Pesquisa feita por Benigno Antonio Hermida Pinheiro Freire, com apoio e montagem de Yuri Barbosa dos Santos Hermida Pinheiro Freire

Após PIB fraco, Mantega reúne setores da economia e ouve pedidos


 Guido Mantega


Após o fraco desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, quando foi registrado um crescimento de 0,9%, a pior taxa em três anos, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reuniu setores da economia nesta quarta-feira (6), em seu gabinete, e ouviu pleitos dos empresários, muitos deles antigos, para aumentar o crescimento neste ano. Estavam presentes representantes da indústria, do comércio, da agricultura, dos bancos, dos transportes e da saúde. Segundo o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga, há um otimismo maior neste ano. Ele projeta um crescimento de 3,5% para a indústria em 2013, mas avalia que, para isso, são necessárias novas medidas, como mudanças no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que já estão sendo avaliadas pelo Congresso Nacional (com base em uma proposta do governo), além de flexibilização de regras trabalhistas que permitam uma maior terceirização do trabalho. "A economia ainda vai crescer baseada no consumo. A massa salarial e a renda estão crescendo, o desemprego está baixo e o crédito está em alta. A indústria vai crescer 3,5%. Mas para crescer isso, tem de ter mudança no ICMS e questões trabalhistas. Para chegar a 3,5%, tem uma agenda que precisa ser trabalhada, como a regulamentação da terceirização e novas desonerações de impostos", afirmou ele. Braga citou ainda a necessidade de se acabar com a cumulatividade do PIS e da Cofins – assunto que também está sendo analisado pelo governo. De acordo com o presidente da CNI, o ministro da Fazenda informou que está analisando incluir  novos setores no processo de desoneração da folha de pagamentos, como transportes e saúde. No setor de transportes, segundo ele, há "questões" com caminhoneiros. Segundo a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), senadora Katia Abreu, todas as confederações presentes demonstraram um otimismo maior com o desempenho da economia neste ano. "No setor agropecuário, por exemplo, nossa expectativa é de superar 4% do crescimento neste ano. Todas as ações tomadas no ano passado [desonerações e medidas de competitividade, como aumento do dólar e queda dos juros], julgamos que neste ano terão uma ótima repercussão", afirmou ela. A senadora citou, porém, alguns entraves para o crescimento do país, como as distintas legislações, e diferentes alíquotas cobradas pelos estados no caso do ICMS. "Não é mais suportável conviver com taxas e alíquotas de ICMS tão diferentes em cada estado e região. Estão tornando o país e a produção insustentável", declarou, pedindo urgência na votação do texto que está no Senado Federal sobre o assunto. Ela pediu também a possibilidade de terceirização da mão de obra e a importância do aumento dos investimentos. Somente em infraestrutura, Katia Abreu citou a necessidade de R$ 500 bilhões em investimentos para resolver os problemas existentes em estradas, ferrovias, portos, hidrovias, energia e gás. "Também é preciso desburocratizar o Fisco [Receita Federal]. Não é nem a carga tributária. É o inferno que virou a vida das pessoas, profissionais liberais, para pagar seus tributos. É quase uma relação de rei para súdito. Os súditos não têm direito a defesa, e a reclamação. A Receita não reconhece a democracia que foi instalada no Brasil. Precisa de uma revisão nestes processos burocráticos", concluiu ela.

Fonte: Globo.com - Matéria de Alexandro Martello