terça-feira, 4 de janeiro de 2011

 
Diego Cavalieri 

 Diego Cavalieri aposta em briga sadia no Fluminense


Com a sala de imprensa das Laranjeiras lotada, o goleiro Diego Cavalieri foi apresentado na tarde desta terça-feira (4) como novo reforço do Fluminense para a temporada. Após quase três temporadas sem muito sucesso na Europa, o atleta fala em retomar a carreira no Tricolor carioca e prevê bom duelo pela camisa 1. Isso porque, com a nova contratação, o técnico Muricy Ramalho tem cinco jogadores para a posição. Além de Cavalieri, o treinador conta com Ricardo Berna, Fernando Henrique, Rafael e o jovem Klever.  - Chego consciente da minha qualidade. O Fluminense tem excelente goleiros, mas vou brigar pelo meu espaço. Sempre trabalhei com honestidade e, desta forma, acredito que vou conseguir minha chance.  Aos 28 anos, Diego Cavalieri assinou por três temporadas com o Fluminense. Nas Laranjeiras, tentará retomar a ótima fase vivida em 2007, quando substituiu Marcos na meta do Palmeiras e foi um dos destaques do time na temporada.  A boa performance no clube paulista, que o revelou para o futebol, o fez ser contratado pelo Liverpool (ING). Porém, no time inglês teve poucas oportunidades e, no meio do ano passado, foi emprestado ao modesto Cesena, da Itália, onde também pouco atuou.  - Fisicamente estou muito bem. Passei dois anos e meio fora, sempre treinando e sendo profissional. No Liverpool em dois anos foi difícil jogar, por lá tinha o Reina [espanhol], que é um excelente goleiro. Fui para a Itália e problemas com o treinador me atrapalharam.  No Fluminense, a princípio Diego Cavalieri deve brigar com Ricardo Berna pela titularidade. O goleiro encerrou o Brasileiro com a camisa 1 e foi bem nas partidas finais que disputou.  - Fui muito bem recebido por todos. Não só o Berna, mas o Rafael, o Fernando [Henrique] e o Klever me trataram super bem. Vai ser uma briga boa e vou buscar meu espaço e as oportunidades. 

Fonte: R7


















 
 
Chico Anysio
  
Mulher de Chico Anysio diz que sedativos foram reduzidos

A mulher do comediante Chico Anysio, Malga Di Paula, afirmou nesta terça-feira (4), por meio do Twitter criado para divulgar novidades sobre o estado de saúde do marido, que os sedativos aplicados no humorista começaram a ser reduzidos. Chico está internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. "Hoje está sendo um dia calmo para o Chico. Tudo estável e ele está com uma cara ótima. Começam a ser reduzidos os sedativos. Logo ele acordará", afirmou. Chico Anysio foi internado no dia 2 de dezembro com quadros de falta de ar. O humorista foi então submetido a uma angioplastia e permanece desde então no Centro de Terapia Intensiva do hospital. No momento, ele está sedado e respirando com ajuda mecânica.

Fonte: Terra Brasil
Guido Mantega

Mantega: governo vetará eventual salário mínimo acima de R$540

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira que qualquer tentativa no Congresso de mudar o reajuste do salário mínimo neste ano para mais de 540 reais será vetada pelo governo. "Nesse momento é temerário a gente aumentar a um valor acima de 540 (reais)", disse Mantega a jornalistas. "Se vier alguma coisa diferente, nós vamos simplesmente vetar... O Executivo tem a prerrogativa."

Fonte: Agência Reuters -  Reportagem de Isabel Versiani
Gbagbo aceita negociar uma saída pacífica para a crise na Costa do Marfim

 O presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, aceitou negociar "incondicionalmente" uma resolução pacífica da crise política e constitucional em que o país se encontra, afirma um comunicado da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Cedeao). "Gbagbo também se comprometeu a levantar imediatamente o bloqueio que suas tropas mantêm ao redor do Hotel Golfe de Abidjan, onde o presidente eleito, Alassane Ouattara, instalou sua sede governamental temporária", disse aos jornalistas em Abuja o presidente da Comissão da Cedeao, Victor Gbeho. Segundo Gbeho, Ouattara "indicou sua vontade em assegurar a Gbagbo uma saída digna, contanto que este aceite o resultado do segundo turno das eleições (realizadas em 28 de novembro), como foi declarado pela Comissão Eleitoral Independente (CEI) e certificado pela Missão da ONU" na Costa do Marfim (ONUCI). A Cedeao, que também reconhece Ouattara como o legítimo presidente eleito, enviou na segunda-feira a Abidjan os presidentes de Cabo Verde, Pedro Pires; Benin, Yayi Boni e Serra Leoa, Ernest Koroma, para convencer Gbagbo a entregar o poder pacificamente. À delegação de presidentes da região ocidental africana se uniram o primeiro-ministro queniano, Raila Odinga, como enviado especial da União Africana, e Gbeho. "Esta Missão parabeniza a UA e a Cedeao por manterem firme sua posição (de reconhecimento da eleição de Ouattara) e sua atuação conjunta na busca de uma solução duradoura da crise, e incentiva as duas instituições a enviarem o mais rápido possível à Costa do Marfim outra delegação para continuar as discussões com as duas partes", acrescentou o dirigente regional. Gbeho admitiu, no entanto, que subsiste uma "estagnação" em um aspecto das negociações: que Gbagbo deve primeiro renunciar, tal como pede a Cedeao. Sobre as ameaças anteriores do bloco econômico de utilizar a força militar para tirar Gbagbo do poder, Gbeho disse que "a comissão está estudando outras opções disponíveis. Não se chegou a um acordo ainda". Em entrevista coletiva anterior em Abuja, o presidente nigeriano e atual titular de turno da Cedeao, Goodluck Jonathan, reiterou que o bloco de 15 países africanos poderia utilizar a força para retirar Gbagbo se este não aceitar entregar o poder. Por sua parte, Raila Odinga, disse que uma "solução queniana" (de que Gbagbo e Ouattara compartilhassem o poder) não estava na mesa de discussões como parte dos esforços para resolver a crise da Costa do Marfim. "Disse a Gbagbo que a chamada solução queniana não entra em jogo aqui e expliquei que não queremos que este experimento (queniano) se perpetue. Essa não é a maneira de afiançar a democracia na África. Em uma eleição deve haver ganhadores e perdedores", disse Odinga. A recusa de Gbagbo, empossado presidente pelo Conselho Constitucional do país, que para isso anulou quase um milhão de votos que favoreciam Ouattara, colocou a Costa do Marfim à beira de outra guerra civil. 

Fonte: Terra Brasil

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Superávit comercial brasileiro cai 19,8% em 2010

O superávit comercial do Brasil diminuiu 19,8% em 2010, até os US$ 20,278 bilhões, o mais baixo em oito anos, informou nesta segunda-feira o Governo. As exportações cresceram 31,4% até o número recorde de US$ 201,916 bilhões, como havia antecipado o ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, na cerimônia em que transferiu o cargo a seu sucessor, Fernando Pimentel. As importações avançaram ainda mais, 41,6%, até US$ 181,638 bilhões, segundo um comunicado do Ministério. O conjunto da corrente de comércio, que engloba a soma das importações e exportações, cresceu 36,1%, o que evidencia a recuperação econômica do Brasil e de alguns de seus parceiros comerciais. Em dezembro, as exportações cresceram a um ritmo mais forte que no conjunto do ano (38,3%), até US$ 20,919 bilhões, e as importações cresceram a uma taxa menor, de 21%, e somaram US$ 15,551 bilhões. A deterioração da balança comercial é uma das maiores preocupações do Governo da presidente Dilma Rousseff, que tomou posse do cargo no sábado. O ministro Pimentel, ao assumir seu cargo, assinalou a "guerra" de divisas como a principal responsável pela deterioração da balança comercial brasileira e disse que esse é o "primeiro desafio" de sua gestão. "Há uma evidente guerra cambial mundialmente aberta, com reflexos na nossa balança comercial e efeitos perversos nas nossas indústrias", afirmou Pimentel. O termo "guerra de divisas" foi criado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que continua no cargo. A força do real, que se manteve em valores elevados frente ao dólar no último ano, foi um dos principais fatores que encareceram as exportações brasileiras e que baratearam as importações. Segundo estudos divulgados na semana passada por empresas de análise de mercado, o real acumulou uma apreciação de 108% desde 2003, em um contínuo processo de valorização frente ao dólar que se aguçou desde 2009 e diminuiu a competitividade do país.

Fonte Yahho Notícias e Agência EFE
Laurent Gbagbo
 
Emissários africanos iniciam encontro com Gbagbo

Quatro líderes africanos reuniram-se nesta segunda-feira com o presidente marfinense em fim de mandato, Laurent Gbagbo, para convencê-lo a deixar que seu rival Alassane Ouattara, considerado o vencedor das eleições presidenciais pela comunidade internacional, assuma o poder. Gbagbo, com um sorriso, deu um abraço em cada um dos emissários, o primeiro-ministro queniano Raila Odinga - mediador da União Africana (UA) - e os presidentes Boni Yayi (Benim), Ernest Koroma (Serra Leoa) e Pedro Pires (Cabo Verde), emissários da Comunidade Econômica de Estados da África Ocidental (Cedeao), antes do início da reunião. Os quatro mediadores, após se reunir com Gbagbo, proclamado presidente pelo Tribunal Constitucional da Costa do Marfim, se encontrarão com Ouatarra, vencedor das eleições de 28 de novembro, segundo a Comissão Eleitoral Independente, e reconhecido pela comunidade internacional como o único presidente legítimo.

Fonte: Terra Brasil
Philippe Coutinho

Philippe Coutinho é desconvocado por Ney Franco e está fora da sub-20 

Recuperando-se de lesão muscular, o jogador não teria condições de jogo antes do dia 20. A informação foi divulgade no site oficial da CBF O apoiador Philippe Coutinho está fora da Seleção Brasileira sub-20. Nesta segunda-feira, o jogador foi desconvocado pelo técnico Ney Franco e não vai participar do Sul-Americano sub-20, a partir do dia 16 de janeiro, no Peru. Recuperando-se de uma lesão muscular, ele só estaria apto a participar dos jogos da equipe canarinho a partir do dia 20. A informação foi confirmada pela CBF. A decisão foi tomada pela CBF após a análise do relatório enviado pelo departamento médico do Inter de Milão. De acordo com o documento, Philippe Coutinho ainda precisará de 15 dias para voltar aos treinamentos no clube italiano. No último domingo, o técnico da equipe nerazurri, o brasileiro Leonardo, já havia confirmado a possibilidade de corte do atleta. - O Philippe Coutinho não está OK. Ele vai precisar de mais umas duas semanas de tratamento. Hoje, ele está completamente parado, sem trabalhar com bola. A convocação foi bacana, mas falamos com a CBF, com o Ney Franco e com o Mano Menezes para passar a situação do jogador. A decisão será tomada pela CBF - afirmou Leonardo, em entrevista à Rádio CBN. Nesta segunda-feira, a Seleção sub-20 se reapresentará nos aeroportos Tom Jobim, na Ilha do Governador, e no Santos Dumont, no Centro do Rio. Em seguida, o grupo seguirá para a Granja Comary, em Teresópolis, para realizar a última etapa de treinos. A delegação embarcará para o Peru no dia 13. A estreia no Sul-Americano da categoria, contra o Paraguai, será em 17 de janeiro, em Tacna.

Fonte: Globoesporte.com
 
Henrique Meirelles

 Meirelles: elevações da Selic não devem ser motivo de alarde

O ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles afirmou, nesta segunda-feira, que as decisões do Conselho Monetário Nacional (Copom) de elevar a taxa básica de juros, a Selic, não devem ser vistas pela sociedade com alarde. Meirelles discursou por cerca de 20min durante cerimônia de transmissão de cargo para Alexandre Tombini, que agora assume a frente da autoridade monetária. "A necessidade de subir juros é tarefa do Banco Central e não deve ser vista com alarde ou como um sinal de que algo está errado. Juros sobem e descem segundo o ciclo monetário", afirmou. Meirelles disse acreditar que a taxa básica de juros brasileira, criticada por ser uma das mais altas do mundo, pode ser reduzida nos próximos anos e lembrou que a Selic, que hoje está em 10,75% ao ano, já atingiu patamares maiores. "Nada indica que as taxas de juros não podem convergir para padrões internacionais nos próximos anos", afirmou. O ex-presidente do BC disse considerar que sua missão foi cumprida. "O papel do BC, que é manter estabilidade econômica  e um sistema financeiro sólido e eficiente, foi cumprido na sua plenitude. Considero que minha missão como autoridade monetária está cumprida". Durante o discurso, Meirelles, que foi o presidente que mais tempo permaneceu à frente do BC, lembrou a trajetória econômica brasileira e comemorou a estabilidade do atual cenário. O ex-presidente da autoridade econômica agradeceu ao ex-presidente Lula pela indicação ao cargo, aos presentes e à família. Estavam presentes: o presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Luciano Coutinho, presidente da Caixa Federal, Maria Fernanda Coelho, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, deputados, senadores, ex-presidentes e ex-diretores do Banco Central.

Fonte: Jornal do Brasil

Fernando Pimentel

 Ministério para microempresas levará meses, afirma Pimentel

A presidenta da República, Dilma Rousseff, não desistiu de criar o Ministério das Micro e Pequenas Empresas, afirmou há pouco o novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Ele, no entanto, admitiu que a criação da pasta levará alguns meses. "A intenção está mantida, mas não está definido o momento em que o projeto de lei que cria o ministério será remetido ao Congresso. Isso pode levar dois, três ou quatro meses". Até lá, as micro e pequenas empresas continuam sob responsabilidade do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). A criação de uma subsidiária do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para fomentar as exportações, afirmou o novo ministro, deve sair ainda este semestre. "O processo eleitoral paralisou as discussões, mas o governo retomará o assunto e, no primeiro semestre, o banco estará operando a pleno vapor", afirmou. De acordo com o ministro, a criação de uma estatal para o setor de seguros, principal entrave nas discussões, foi superada depois que a equipe econômica desistiu da ideia. Um fundo vai garantir as operações do novo banco, com regras mais simples que o fornecimento de seguro por parte do governo. "Uma estatal criaria burocracia desnecessária no financiamento das exportações", avaliou. Pimentel, que assumiu o cargo nesta segunda-feira, informou que a Câmara de Comércio Exterior (Camex) vai para a Casa Civil. Segundo ele, a presidenta, Dilma Rousseff, terá participação ativa na Camex, órgão que define as políticas comerciais do país, como aumentos de alíquotas de importação e retaliações comerciais. "Antes da primeira reunião, ela chamará os ministros para uma conversa. A presidenta tem interesse direto na defesa comercial", disse Pimentel.

Fonte: Diário do Grande ABC e Agência Brasil

 Gastos de custeio não podem ser "satanizados", afirma Miriam Belchior

Os gastos de custeio “não podem ser satanizados”, afirmou a nova ministra do Planejamento, Miriam Belchior, ao tomar posse do cargo nesta segunda-feira (3), em Brasília. “Não abriremos mão de prestar serviços públicos à população, pois assim determina a nossa Constituição. Tenho a convicção de que isso pode ser feito com maior eficiência”, acrescentou ela.  Segundo Miriam, os recursos públicos, “sempre insuficientes ante as necessidades do país”, deverão ser canalizados para as prioridades do novo governo: erradicar a miséria, oferecer educação e saúde de qualidade, melhorar a segurança pública, combater as drogas e ampliar investimentos em infraestrutura.  De acordo com a nova ministra, quanto à gestão pública federal, terão prioridade os processos de melhoria do atendimento ao cidadão e os “estruturantes dos ministérios”.  “Minha meta é que o Ministério do Planejamento, além de suas atribuições institucionais, inove incorporando um novo papel: o de facilitador das ações governamentais, enfrentando, com os demais ministérios, os principais gargalos institucionais da administração pública federal.”  Miriam disse ainda que, além da responsabilidade à frente do ministério, terá outra missão a cumprir, juntamente com a presidenta Dilma Rousseff e as outras ministras: “demonstrar que as mulheres podem dividir com os homens a condução do nosso país”. 

 

Fonte: Abril.com